Quando se pensa em negros e sua relação com a religião é
comum muitos pensarem nas religiões afro-brasileiras. Quando a imprensa fala
sobre “cultura negra” sempre atrelam negritude com as religiões tribais de
origem africana. Mas, isso é um engano ou no mínimo uma redução grotesca da
realidade religiosa dos negros.
Precisamos lembrar que os negros nos
Estados Unidos, assim como no Brasil escolheram o cristianismo.
Especificamente, optaram pelo cristianismo protestante de matriz pentecostal.
Infelizmente, não sabemos aproveitar essa realidade e não a usamos em nosso
favor. Com isso, permitimos que movimentos políticos, governistas e entidades
com interesses escusos usem a “bandeira” do movimento negro para atacar o cristianismo
e limitá-los, para não dizer, aprisiona-los em uma cultura anticristã e tribal
como se o cristianismo não os representassem. Lembremos que foram eles que
escolheram o pentecostalismo e foram instrumentos de sua origem como nos ensina
a história do movimento.
Proponho que as igrejas se envolvam nas
questões dos movimentos negros em suas regiões, divulguem e participem dos
debates desses grupos e revelem que a igreja cristã, especialmente a evangélica
foi e tem sido um instrumento de socialização, de resgate da moral, dos
valores e da estima dos negros que passam a ter acesso ao conhecimento e a
inclusão social por intermédio das igrejas. Dados esses que são ignorados
intencionalmente pela imprensa e os meios de comunicação esquerdistas que são, em sua maioria, anticristãs.
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