Confesso que não estou feliz em ter passado com a nota 9,0 e em sétimo lugar na redação feita para ingresso no curso de integralização em teologia da FNB - Faculdade Nazarena do Brasil, mas é uma alegria e honra para mim poder fazer parte de uma instituição muito séria e que é ligada a uma igreja histórica de santidade que continua comprometida com o crescimento do Reino de Deus fazendo discípulos a semelhança de Cristo em todas as nações.
Segue link com a lista de classificação: http://www.fnb.edu.br/noticias/3-lista-de-classificao---processo-seletivo-2014--2
Que sua alma esteja em paz!
Veredas
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
Por que a Baixada Fluminense não muda? Uma perspectiva cristã
Segundo reportagem do jornal Extra on line de julho de 2012, mais de 37% dos moradores da Cidade de Belford Roxo se declaram cristãs evangélicas. Isso dá mais de 176 mil moradores em um município que possuiu aproximadamente 476 mil moradores segundo dados do IBGE. A matéria fala de te todos os municípios da Baixada Fluminense e os percentuais são muito próximos.
Em uma primeira análise superficial ao ver o crescimento dos cristãos protestantes na região me alegrei, mas, logo em seguida essa emoção se arrefeceu. Como é que pode uma cidade que tem uma expressividade numérica gigantesca de cristãos e não haver uma transformação social. Como é que pode a corrupção, a miséria e a violência continuarem reinando em um lugar como esse?
Enfim, fui para o altar da igreja em que pastoreio, pedi perdão a Deus pelas igrejas e pelos pecados denominacionais, pelos pastores e por todos os "crentes" de minha cidade, pois se fossemos cristãos de verdade a muito teríamos mudado a história de nossa cidade. Se fossemos cristãos de verdadeiros e pelo menos levassemos uma pessoa de Belford Roxo aos pés de Jesus por ano em menos de 3 anos toda a cidade estaria convertida. Que Deus tenha misericórdia de nós, nos converta e nos dê a sabedoria para fazermos a diferença onde Ele nos tem plantado.
Que sua alma esteja em paz!
O Resgate das Instituições
Uma das principais razões do desequilíbrio social é o sucateamento das instituições. Seja a família, a escola, a igreja, a polícia etc. Resgatar os valores, o respeito os direitos e deveres das instituições é um dos fatores primordiais para o avanço do bom convívio social e o desenvolvimento moral, social, psicológico e espiritual de nossa nação ou de qualquer país.
Ricardo Balestreri faz uma analogia dos policiais com os conceitos psicanalíticos freudianos de Id, Ego e Superego. Enquanto, o Id são nossas pulsões e desejos, o Superego é a parte do inconsciente humano que tenta neutralizar e frear esses desejos e o Ego é a parte que equilibra os dois e tenta expressar e satisfazer de maneira saudável suas pulsões. Se utilizando desses conceitos, grosso modo resumidos aqui, ele afirma que os policiais são um tipo de Superego social, pois são eles que freiam as pulsões que as pessoas tem contrários a lei e não conseguem ou não querem controlar.
A figura de uma autoridade policial também tem um papel pedagógico implícito. Algo que Balestreri também defende. Me recordo que, quando criança, ao ver uma viatura policial não parar em um semáforo que estava vermelho fiquei chocado. Como pode uma autoridade que deveria ser exemplo do comportamento que estava aprendendo na escola na época (como parar quando o sinal estiver vermelho) não respeitar isso? É claro que mais tarde aprendi que uma viatura tem esse direito, mas aqui ficou registrado em minha mente. As ações de uma autoridade institucional seja ela qual for causa um maior impacto na mente das pessoas e produzem um efeito pedagógico que pode ser positivo ou até negativo. Como pais, mães, professores, pastores, funcionários públicos, líderes nos diversos segmentos das sociedade, enfim... precisamos ter cuidado com nossas ações que podem desencadear a produção de um ciclo virtuoso de comportamento, assim como pode gerar um círculo destrutivo em nossa família e na sociedade em geral.
Vejam esse vídeo anexo que retrata, no meu entender, um posicionamento social saudável e pedagógico dessa autoridade policial para com essas crianças.
https://www.facebook.com/video.php?v=10152259102607263
Que sua alma esteja em paz!
Ricardo Balestreri faz uma analogia dos policiais com os conceitos psicanalíticos freudianos de Id, Ego e Superego. Enquanto, o Id são nossas pulsões e desejos, o Superego é a parte do inconsciente humano que tenta neutralizar e frear esses desejos e o Ego é a parte que equilibra os dois e tenta expressar e satisfazer de maneira saudável suas pulsões. Se utilizando desses conceitos, grosso modo resumidos aqui, ele afirma que os policiais são um tipo de Superego social, pois são eles que freiam as pulsões que as pessoas tem contrários a lei e não conseguem ou não querem controlar.
A figura de uma autoridade policial também tem um papel pedagógico implícito. Algo que Balestreri também defende. Me recordo que, quando criança, ao ver uma viatura policial não parar em um semáforo que estava vermelho fiquei chocado. Como pode uma autoridade que deveria ser exemplo do comportamento que estava aprendendo na escola na época (como parar quando o sinal estiver vermelho) não respeitar isso? É claro que mais tarde aprendi que uma viatura tem esse direito, mas aqui ficou registrado em minha mente. As ações de uma autoridade institucional seja ela qual for causa um maior impacto na mente das pessoas e produzem um efeito pedagógico que pode ser positivo ou até negativo. Como pais, mães, professores, pastores, funcionários públicos, líderes nos diversos segmentos das sociedade, enfim... precisamos ter cuidado com nossas ações que podem desencadear a produção de um ciclo virtuoso de comportamento, assim como pode gerar um círculo destrutivo em nossa família e na sociedade em geral.
Vejam esse vídeo anexo que retrata, no meu entender, um posicionamento social saudável e pedagógico dessa autoridade policial para com essas crianças.
https://www.facebook.com/video.php?v=10152259102607263
Que sua alma esteja em paz!
segunda-feira, 8 de setembro de 2014
Evangélicos e a Política Atual
Segue links de artigos que desmistificam e apresentam dados sobre a questão evangélica na política atual.
Bom Proveito! Porque Crer é Também Pensar!
quarta-feira, 11 de junho de 2014
Os Soldados Cristãos do Anticristo
Defesa das minorias, diminuição das
desigualdades sociais, justiça social, defesa do meio ambiente entre outros são
frases de efeito que tem engodado muitos cristãos incautos a se engajarem,
muitos sem perceber, na implantação do governo do Anticristo.
Proteger e cultivar nosso planeta,
promover a justiça, cuidar dos desfavorecidos sempre foram bandeiras do
cristianismo e práticas do cotidiano de todo verdadeiro cristão. Contudo, essas
terminologias e princípios estão sendo usados de maneiras escusas, para maquiar
segundas intenções.
Há, mundialmente, uma agenda “oculta”
(que não é mais tão oculta assim) que pretende destruir os valores
judaico-cristãos que são os pilares da sociedade atual. Esvaziando a sociedade
desses valores produzirão e potencializarão um caos social que justificará a
implantação de um governo mundial e uma ditadura velada.
Quais tem sido os instrumentos para esse
golpe? Se aproveitam da debilidade das “minorias”, tais como os homossexuais
para atacarem a instituição da família e desconstruírem esse princípio que é o
sustentáculo das civilizações. Usam as questões ambientais para justificar uma
intervenção supranacional nos países (ONU, direitos humanos e afins).
Justificam o aumento do Estado e a ingerência desproporcional da mesma sobre as
famílias e os cidadãos de maneira a retirar a privacidade e as liberdades
individuais para “corrigir” o caos social criado por eles mesmos de maneira
indireta.
Enfim, são várias as evidências sobre a
realidade apresentada. A cristofobia e a perseguição dos símbolos cristãos em
repartições públicas, a Lei da palmada, que limita os pais no processo de
educação de seus filhos, a erotização e a promoção da homossexualidade nas
escolas, a proibição das escolas em comemorar dia dos pais e das mães, a lista
é imensa!
Precisamos estar alertas para que não
sejamos enganados e nos tornemos massa de manobra nas mãos do príncipe deste
século na implantação da “nova ordem mundial” que já está em andamento e se
assemelha em todos os aspectos aos governo do Anticristo relatado nas
Escrituras. É mister que isso aconteça, mas como representantes do Reino de
Cristo precisamos nos posicionar contra esses “falsos profetas” e governantes
que prometem um reino dos “céus” na terra e que trarão uma falsa e temporária
paz. Lutemos pelos valores e princípios cristãos e mantenhamos firmes a nossa
fé e preguemos a verdade de que a plenitude da alegria e paz será somente no
Reino de Deus. Que Deus nos guarde de não entrarmos para a história como
instrumentos diretos ou indiretos da construção do berço do Anticristo.
Maranata,
ora vem Senhor Jesus!
Os negros e suas religiões
Quando se pensa em negros e sua relação com a religião é
comum muitos pensarem nas religiões afro-brasileiras. Quando a imprensa fala
sobre “cultura negra” sempre atrelam negritude com as religiões tribais de
origem africana. Mas, isso é um engano ou no mínimo uma redução grotesca da
realidade religiosa dos negros.
Precisamos lembrar que os negros nos
Estados Unidos, assim como no Brasil escolheram o cristianismo.
Especificamente, optaram pelo cristianismo protestante de matriz pentecostal.
Infelizmente, não sabemos aproveitar essa realidade e não a usamos em nosso
favor. Com isso, permitimos que movimentos políticos, governistas e entidades
com interesses escusos usem a “bandeira” do movimento negro para atacar o cristianismo
e limitá-los, para não dizer, aprisiona-los em uma cultura anticristã e tribal
como se o cristianismo não os representassem. Lembremos que foram eles que
escolheram o pentecostalismo e foram instrumentos de sua origem como nos ensina
a história do movimento.
Proponho que as igrejas se envolvam nas
questões dos movimentos negros em suas regiões, divulguem e participem dos
debates desses grupos e revelem que a igreja cristã, especialmente a evangélica
foi e tem sido um instrumento de socialização, de resgate da moral, dos
valores e da estima dos negros que passam a ter acesso ao conhecimento e a
inclusão social por intermédio das igrejas. Dados esses que são ignorados
intencionalmente pela imprensa e os meios de comunicação esquerdistas que são, em sua maioria, anticristãs.
Identidade Teológica - parte 2
Na primeira parte desse artigo. Apontei a crise de
identidade teológica que estamos a viver no meio evangélico e as opções
emergentes que tem sido apresentadas ao evangelicalismo brasileiro. Como as
propostas não são tão saudáveis e/ou fiéis as Escrituras e a ortodoxia cristã
segue abaixo a minha proposta.
Primeiro é importante destacar que nenhum
sistema teológico é suficiente para abranger a totalidade de Deus e de sua
revelação, contudo se faz necessário para que não sejamos levados por “ventos
de doutrinas” e possamos estabelecer uma cosmovisão (visão de mundo) que nos
capacite a ter um comportamento coerente com a vontade de Deus revelada,
principalmente nas Escrituras Sagradas.
Sistema
Teológico Armínio-Wesleyana
A linha teológica armínio-wesleyana,
resumidamente, defende a universalidade do amor, da bondade, da justiça e da
graça de Deus, assim como a possibilidade de viver uma vida em obediência santa
e amor verdadeiro a Deus, através do enchimento do Espírito Santo.
Essa visão ortodoxa e teológica da Bíblia
possibilitou na história da igreja cristã vivermos um tempo e uma qualidade de
vida espiritual e social semelhante a experimentada pela igreja primitiva
registrada no livro de Atos dos Apóstolos.
João Wesley e seu irmão Carlos Wesley,
principais promulgadores dessa teologia promoveram, pelo poder e graça de Deus,
grandes impactos e transformações que superaram a experiência interior e
levaram a uma mudança na sociedade de sua época. A influência dessa teologia
foi um dos principais instrumentos para a abolição da escravatura através de
William Willberforce, livrou a Inglaterra da carnificina ocorrida na França,
gerou uma gama de missionários que forjaram o caráter cristão protestante nos
Estados Unidos da América e possibilitaram a diminuição de desigualdades
sociais na sociedade e dentro da igreja promovendo na prática o sacerdócio
universal permitindo que membros leigos da igreja ministrassem a Palavra de
Deus e desenvolvesse seus dons e ministérios.
Esse avivamento ficou conhecido na
história como movimento wesleyano e foi uma reforma da igreja que
verdadeiramente veio de baixo para cima e deu acesso aos pobres e excluídos
acesso a verdade e benefícios do Evangelho.
Nesse momento de transição de paradigmas
teológicos não precisamos de modismos ou de uma “nova unção” teológica.
Precisamos é voltar para as Escrituras e procurar um modelo que mais no conduza
a viver a integralidade do Evangelho de Cristo. O movimento wesleyano foi o que
mais se aproximou dentro da história protestante e não cometeu os excessos que
os primeiros reformadores cometeram como Lutero ao perseguir judeus e
camponeses e Calvino a autorizar e condenar Miguel de Servetus a morte por
heresia.
Encorajo a todos os leitores desse
artigo a se debruçarem em estudar a história e a teologia do movimento
wesleyano do século XVIII e seu desdobramento no século XIX através do
movimento de santidade e perceberão que ainda há “sete mil que não dobraram os
joelhos diante de baal” e que temos alternativas cristãs e bíblicas além dos
excessos do neopentecostalismo e o racionalismo engessado do tradicionalismo
sem ter que recorrer aos modismos importados que tem destruído as igrejas na
Europa e Estados Unidos, tais como os neo-judaizantes, a hiper-graça ou o
neo-calvinismo.
A
Deus toda Glória!
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